IRÃ CONFIRMA MORTE DE CHEFE DE INTELIGÊNCIA APÓS ATAQUE ATRIBUÍDO A ISRAEL
REDAÇÃO
Operação aérea elimina alto comandante iraniano e amplia tensão no Oriente Médio
Teerã/Jerusalém:
Em uma operação cirúrgica realizada ao amanhecer desta segunda-feira (6 de abril de 2026), as Forças de Defesa de Israel (IDF) eliminaram o major-general Seyed Majid Khademi, chefe da Organização de Inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) do Irã. O ataque aéreo, confirmado tanto por Israel quanto pela própria IRGC, representa um duro golpe contra o aparato de inteligência e comando da força que coordena o terrorismo patrocinado pelo regime iraniano na região.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, assumiu pessoalmente a responsabilidade pela ação, afirmando que Khademi era um dos diretamente responsáveis por crimes de guerra e uma das três figuras mais seniores da IRGC. A Guarda Revolucionária atira contra civis e nós eliminamos os líderes terroristas, declarou Katz durante avaliação de segurança com o alto comando militar. Ele enfatizou que o Irã vive em um estado de perseguição e que Israel continuará caçando-os um a um.
Khademi havia assumido o cargo em junho de 2025, após a morte de seu antecessor em outro ataque israelense. Sua eliminação se soma a uma série de operações bem-sucedidas que têm desmantelado a cadeia de comando da IRGC, responsável por armar e orientar grupos terroristas como Hezbollah, Hamas e Houthis, além de planejar ataques contra Israel e outros alvos ocidentais.
As Forças de Defesa de Israel destacaram que o ataque faz parte de uma campanha mais ampla para degradar as capacidades do regime terrorista iraniano, incluindo danos significativos à infraestrutura de aço e petroquímica do país. Seu assassinato se junta ao de dezenas de comandantes do regime iraniano eliminados durante a operação e constitui mais um golpe severo nos sistemas de comando e controle da IRGC e em sua capacidade de direcionar atividades terroristas contra o Estado de Israel e países ao redor do mundo, afirmou a IDF em comunicado.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também saudou a operação, reafirmando que Israel prosseguirá com toda a força até alcançar seus objetivos de segurança.
Do lado iraniano, a IRGC confirmou a morte de Khademi, chamando-a de martírio em um ataque terrorista americano-sionista. O regime, que há décadas exporta terror e ameaça a estabilidade regional, mais uma vez recorreu à retórica agressiva, sem reconhecer o papel central de suas lideranças na promoção da violência contra civis israelenses e de outros países.
Essa ação demonstra a superioridade operacional e a determinação de Israel em defender sua população contra ameaças existenciais, neutralizando proativamente aqueles que planejam ataques e financiam o terrorismo. Analistas veem a eliminação de Khademi como mais um passo importante para enfraquecer o eixo de resistência iraniano e restaurar a dissuasão na região.
A situação permanece tensa, com Israel preparado para responder a qualquer tentativa de retaliação, mantendo o foco na proteção de seus cidadãos e na desarticulação de redes terroristas.
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