
Com o contrato de cerca de R$ 350 milhões intermediado pela Embratur, o episódio reforça o padrão de favorecimento a círculos próximos do poder, onde eventos climáticas servem de pretexto para contratações relâmpago que beneficiam conexões empresariais duvidosas, enquanto o pagador de impostos arca com os custos de uma organização marcada por improvisos e questionamentos éticos.