ITAMARATY CHAMA DE “SEQUESTRO” O QUE É AUTODEFESA DE ISRAEL CONTRA FLOTILHA PRÓ-HAMAS

REDAÇÃO

Governo brasileiro classifica interceptação como “sequestro”, enquanto operação israelense e vínculos da iniciativa são alvo de controvérsia internacional

O governo brasileiro, em nota conjunta com a Espanha, condenou como “sequestro” a legítima ação das Forças de Defesa de Israel ao interceptar, em águas internacionais, embarcações da chamada “Global Sumud Flotilla”, uma iniciativa propagandística com claras ligações ao Hamas, cujos líderes, como o ativista espanhol-palestino Saif Abukeshek, mantêm laços documentados com a organização terrorista que governa Gaza e usa ajuda humanitária como fachada para contrabando de armas e reforço militar.

Longe de ser uma missão inocente de “ajuda humanitária”, a flotilha representava mais uma tentativa deliberada de romper o bloqueio naval legal de Israel, imposto para impedir que o Hamas rearmasse e perpetuasse ataques contra civis israelenses, como os massacres de 7 de outubro.

A detenção temporária de ativistas como o brasileiro Thiago Avilla (foto) para interrogatório e posterior deportação não configura sequestro, mas uma medida de autodefesa necessária por um Estado democrático que enfrenta inimigos que glorificam o terrorismo; lamentavelmente, o Itamaraty prefere alinhar-se à narrativa pró-Hamas, ignorando o direito de Israel de proteger sua população em vez de ceder a ativismo político disfarçado de caridade.
Texto: Rodolfo Oliveira
Fotos: Divulgação