Governo prepara novos decretos para ampliar regulação das plataformas digitais antes das eleições de 2026
O governo Lula, em mais um flagrante exercício de autoritarismo disfarçado de “proteção”, prepara dois decretos que endurecem o controle sobre plataformas digitais justamente na véspera da campanha eleitoral de 2026, revelando a verdadeira prioridade: calar dissidências em vez de resolver os graves problemas do país.
Sob o pretexto de regulamentar o Marco Civil da Internet, seguindo a cartilha ativista do STF, o Palácio do Planalto pretende dar ao Executivo poderes amplos de censura prévia e punição seletiva, enquanto o segundo decreto, embalado na bandeira da “proteção às mulheres”, mira explicitamente páginas “red pill” e conteúdos que desafiam a narrativa oficial de gênero, transformando o combate à misoginia em ferramenta de perseguição ideológica.
É o Estado brasileiro, sob Lula, assumindo o papel de árbitro moral e político da internet, disposto a sufocar debates incômodos e a moldar o ambiente eleitoral a seu favor, num claro retrocesso democrático que troca liberdade de expressão por controle estatal, exatamente como fazem regimes que temem o escrutínio popular.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação