PETISTAS ACIONAM A POLÍCIA FEDERAL PARA IMPEDIR FLÁVIO BOLSONARO DE VISITAR DONALD TRUMP A CONVITE DA CASA BRANCA.

REDAÇÃO

Parlamentares do PT pedem restrições contra viagem de Flávio Bolsonaro aos EUA

Brasília – Em uma nova demonstração de intolerância à oposição, deputados federais do PT acionaram o Supremo Tribunal Federal e a Polícia Federal para tentar bloquear a viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos Estados Unidos, onde ele foi convidado pela Casa Branca para se reunir com o presidente Donald Trump.
O senador, que é pré-candidato à Presidência da República, articulava uma agenda em Washington para os próximos dias, com interlocução que envolveu o irmão Eduardo Bolsonaro e autoridades americanas, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio. O convite representaria uma oportunidade de diálogo internacional para o principal nome da direita brasileira no momento.
No entanto, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), com apoio de outros parlamentares petistas, protocolou pedido ao ministro Alexandre de Moraes para incluir Flávio Bolsonaro em inquérito existente e determinar medidas extremas: apreensão de passaporte, proibição de saída do país, bloqueio de bens e quebra de sigilos. O argumento oficial é o suposto “risco de fuga”, ligado a investigações recentes que envolvem o senador.
Críticos veem na iniciativa mais um movimento de lawfare coordenado pelo PT para enfraquecer adversários políticos e impedir que a oposição construa alianças internacionais. Enquanto o governo Lula mantém contatos frequentes com chefes de Estado ao redor do mundo, o mesmo direito é contestado quando se trata de um líder da oposição.
A ação ocorre em meio à polarização acirrada, com o PT utilizando instituições públicas para limitar a atuação de Flávio Bolsonaro justamente quando ele busca projetar sua imagem no exterior.
Até o momento, não há decisão definitiva sobre o passaporte do senador. Aliados de Flávio classificam a medida como mais um capítulo de perseguição política que visa silenciar vozes dissonantes à gestão petista.
A Casa Branca ainda não se manifestou oficialmente sobre o encontro, mas a articulação já gera repercussão negativa para o governo brasileiro, que novamente é acusado de usar o Judiciário para fins partidários.
Foto: Agência Senado