ENQUANTO PEDE CENSURA GLOBAL EM PORTUGAL, MORAES SEGUE IGNORANDO OS R$ 129 MILHÕES DA ESPOSA COM O MASTER

REDAÇÃO

Ministro defende regulação internacional das redes sociais durante evento em Lisboa enquanto críticas se concentram em suposto conflito de interesses envolvendo contrato milionário.

Enquanto saboreia os prazeres de Portugal no luxuoso “Gilmarpalooza”, o ministro Alexandre de Moraes, notório violador de direitos humanos e censor-mor do Brasil, não perde a oportunidade de defender abertamente um plano de censura global nas redes sociais, pregando regulação internacional que permitiria a juízes como ele controlar o que o mundo inteiro pode dizer, ler ou compartilhar.
O mesmo homem que sufoca a liberdade de expressão no Brasil com decisões arbitrárias, bloqueios de contas, prisões políticas e inquéritos sigilosos agora exporta seu modelo ditatorial, tudo isso enquanto ignora as graves suspeitas que pairam sobre sua família.
O povo exige uma resposta imediata: o que explica o contrato milionário de R$ 129 milhões firmado pelo escritório de advocacia de sua esposa, Vivi Barci de Moraes, com o Banco Master, instituição envolvida em escândalos financeiros?
Como uma banca com poucos advogados recebe valores estratosféricos por supostos serviços de consultoria?
Moraes, que se arvora defensor da democracia, encarna hoje o maior perigo à liberdade no Brasil: um censor travestido de juiz, que vive de luxo internacional enquanto esmaga direitos fundamentais e deixa no ar o fedor de conflito de interesses e abuso de poder.
O povo brasileiro exige transparência e prestação de contas, agora.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação