“USAREMOS TUDO PARA DERROTÁ-LOS”, DIZ DEPARTAMENTO DE ESTADO AO ANUNCIAR SANÇÕES CONTRA PCC E CV

REDAÇÃO

Governo dos Estados Unidos amplia medidas contra facções brasileiras após classificá-las como organizações terroristas e reforça estratégia de combate ao narcotráfico internacional.

Washington, 9 de junho de 2026 — Os Estados Unidos deram mais um passo decisivo no combate ao narcoterrorismo ao designar oficialmente o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, reforçando o compromisso de proteger o Hemisfério Ocidental de ameaças que exportam violência e drogas para as fronteiras americanas.
Em anúncio feito no dia 28 de maio pelo secretário de Estado Marco Rubio, o Departamento de Estado classificou imediatamente os dois grupos como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs). A partir de 5 de junho, eles passam também à lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs), o que amplia significativamente as ferramentas legais e operacionais contra essas facções.
A medida representa uma vitória estratégica na luta contra o crime organizado transnacional. PCC e CV, responsáveis por milhares de mortes, ataques brutais a policiais, autoridades e civis, além de controlarem extensas redes de tráfico de drogas, agora enfrentam bloqueio total de ativos, proibições financeiras internacionais e maior coordenação de inteligência e segurança entre os Estados Unidos e seus aliados.
“Este é o Hemisfério Ocidental. É aqui que vivemos — e não vamos permitir que narco-terroristas exportem drogas e morte para nossas fronteiras”, reforçou a retórica oficial americana, alinhada à determinação do governo em desmantelar essas redes que ameaçam não apenas o Brasil, mas toda a região e a segurança dos cidadãos norte-americanos.
A designação permite que os Estados Unidos utilizem todo o aparato de segurança nacional, incluindo sanções econômicas rigorosas e cooperação reforçada com parceiros regionais, para sufocar as fontes de financiamento dessas organizações. Analistas veem a ação como parte de uma estratégia mais ampla e eficaz de defesa hemisférica, que prioriza a proteção de vidas e a restauração da estabilidade na vizinhança americana.
Com essa iniciativa, os Estados Unidos reafirmam seu papel de liderança na promoção da segurança global, demonstrando que ameaças modernas como o narcoterrorismo não serão toleradas e serão combatidas com firmeza e determinação.
Foto: White House