A deputada federal Érika Hilton classificou como “escândalo” a fortuna trilionária de Elon Musk, mas a realidade brasileira expõe a hipocrisia com clareza brutal.
Enquanto o Estado brasileiro arrecada mais de R$ 1 trilhão em impostos a cada seis meses, montante suficiente para resolver fome, sede e doenças básicas, o país segue entre os piores do mundo em indicadores sociais, com recursos sistematicamente desviados ou mal geridos.
Musk, ao contrário, transformou bilhões em empregos de alta qualificação, veículos elétricos que aceleram a transição energética, foguetes reutilizáveis que barateiam o acesso ao espaço e internet via Starlink para zonas remotas do planeta, inclusive no Brasil.
Hilton, por sua vez, tornou-se símbolo de desperdício ao custear maquiador com verba dos pagadores de impostos e ostentar bolsa Bottega Veneta de R$ 27.420, produto de um ativismo que produz pouca solução concreta e muita indignação seletiva.
A diferença é cristalina: um cria valor e avança a civilização; a outra, invejosa de quem produz, vive à custa do pagador de impostos enquanto finge combater desigualdades que o Estado inchado só aprofunda.
Texto: Rodolfo Oliveira
Fotos: Divulgação