Ausência da presidente do México na cerimônia de abertura da Copa do Mundo gera repercussão política e alimenta debates sobre popularidade, segurança e representatividade institucional em um dos maiores eventos esportivos do planeta.
A presidenta esquerdista do México, Claudia Sheinbaum, optou pela covardia e pela ausência constrangedora: fugiu do Estádio Azteca, palco histórico da abertura da Copa do Mundo, como se se escondesse de seus próprios eleitores, e deixou o país sem representação de peso das mais altas autoridades do futebol.
Autointitulada à frente do “governo mais querido”, a mandatária preferiu se resguardar em um evento controlado, longe do risco real de vaias massivas que refletem o repúdio crescente de grande parte da população mexicana, em meio a protestos, críticas à gestão e denúncias sobre segurança e narcoviolência.
Ao assistir de longe, Sheinbaum transformou o que seria um momento de orgulho nacional em símbolo de fraqueza política, isolamento de um narcoestado que, sob sua liderança, mal consegue encarar o próprio povo.
Uma ausência que ficará marcada como uma das maiores vexames presidenciais em uma Copa do Mundo.
Texto: Rodolfo Oliveira
Fotos: Divulgação