Declarações de Erika Hilton sobre viagem de Nikolas Ferreira reacendem debates nas redes sociais sobre uso de verbas parlamentares, contratação de assessores e critérios adotados por agentes públicos em atividades dentro e fora do país.
Enquanto Erika Hilton vocifera contra Nikolas Ferreira por viajar aos EUA para assistir à Copa do Mundo, acusando-o de viver à custa do povo que trabalha em escala 6×1, a deputada do PSOL finge amnesia sobre seus próprios escândalos com dinheiro dos pagadores de impostos: contrata maquiadores como “assessores parlamentares”, um deles recebendo quase R$ 10 mil mensais, e leva um deles para o show da Beyoncé em Paris, aproveitando viagem “oficial” à Europa.
É o clássico: para a esquerda identitária, viagem alheia é luxo inaceitável e descolado da realidade; a própria farra com verba da Câmara vira “apoio técnico” ou “direito pessoal”.
Erika não representa combate à desigualdade, ela representa o pior da política brasileira: moralismo seletivo, uso privado do erário e a cara de pau de posar de defensora do povo enquanto banca produção de diva com salário do pagador de impostos.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação