MORAES DEVE MANTER DOMICILIAR DE BOLSONARO APÓS PIORA NO ESTADO DE SAÚDE CAUSADA PELA FACADA EM 2018

REDAÇÃO

Novos relatórios médicos apontam agravamento do quadro clínico do ex-presidente Jair Bolsonaro, e análise da documentação pode levar à manutenção da prisão domiciliar por razões de saúde.

O ministro do STF Alexandre de Moraes deve manter a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro após a apresentação de novos relatórios médicos que apontam agravamento de seu estado de saúde.
Segundo as informações divulgadas, a piora estaria relacionada às complicações e sequelas decorrentes da facada sofrida durante a campanha presidencial de 2018, episódio que resultou em diversas internações e procedimentos cirúrgicos ao longo dos anos.
A prisão domiciliar foi concedida anteriormente por razões humanitárias, após Bolsonaro apresentar problemas de saúde que exigiram acompanhamento médico constante e cuidados especiais fora do ambiente prisional.
O benefício possui restrições determinadas pela Justiça, incluindo monitoramento por tornozeleira eletrônica e limitações de comunicação e visitas, conforme as condições estabelecidas na decisão judicial.
Com o prazo inicial da medida próximo do encerramento, a análise dos novos laudos médicos tornou-se fundamental para definir a continuidade ou não da prisão domiciliar do ex-presidente.
Fontes ligadas ao Judiciário indicam que a tendência é pela manutenção da medida, considerando que o quadro clínico apresentado ainda inspira atenção e requer acompanhamento permanente.
A decisão final caberá a Alexandre de Moraes, que deverá avaliar os documentos médicos e os pareceres apresentados antes de definir se a prisão domiciliar será prorrogada por um novo período.
Foto: STF