EUA DIZEM QUE MORTE DE CHEFE DO TREN DE ARAGUA PERTO DO BRASIL É RECADO DIRETO A PAÍSES VIZINHOS

REDAÇÃO

Washington intensifica combate ao crime organizado na América Latina

Em uma operação militar conjunta entre os Estados Unidos e a Venezuela, forças americanas eliminaram Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, o principal líder do Tren de Aragua, uma das organizações criminosas mais perigosas da região. O ataque ocorreu no estado de Bolívar, no sudeste venezuelano, área próxima à fronteira com o Brasil, e foi anunciado pelo presidente Donald Trump na sexta-feira, 12 de junho de 2026.
Trump classificou a ação como um “ataque cinético rápido e letal” conduzido pelo Comando Sul dos EUA.
Vídeos da operação foram divulgados, demonstrando a precisão e a eficiência das forças americanas no cumprimento da missão. A Venezuela confirmou que Guerrero foi morto durante os confrontos.
Funcionários do Pentágono destacaram o significado estratégico da ação. Patrick Weaver, subchefe de gabinete do secretário de Defesa Pete Hegseth, afirmou que a morte do líder criminoso envia uma mensagem clara a toda a América Latina: não existe refúgio seguro para narcoterroristas no hemisfério.
A operação reforça o compromisso firme dos Estados Unidos no combate ao narcotráfico, à violência transnacional e às organizações que ameaçam a segurança de diversos países da região, incluindo o Brasil.
O Tren de Aragua, originário de prisões venezuelanas, expandiu suas atividades criminosas por vários países, gerando preocupação com extorsões, tráfico de drogas e migração de violência. Com a neutralização de seu principal líder, os Estados Unidos demonstram liderança e capacidade de agir de forma decisiva em parceria com governos aliados, contribuindo para maior estabilidade e proteção das populações fronteiriças.
A iniciativa faz parte da política robusta da administração Trump contra cartéis e gangs internacionais, priorizando a segurança hemisférica e o apoio aos países vizinhos no enfrentamento de ameaças comuns. Autoridades americanas destacam que ações como essa salvam vidas e reduzem o alcance do crime organizado em toda a América Latina.
Foto: Divulgação