FARRA NO G7: OS PAGADORES DE IMPOSTOS FINANCIAM O LUXO PRESIDENCIAL ENQUANTO LULA POSA DE ESTADISTA

REDAÇÃO

Gastos bilionários com viagens oficiais e falta de transparência sobre custos da comitiva presidencial alimentam críticas à prioridade dada à agenda internacional do governo

Enquanto o Brasil amarga desafios econômicos graves, Lula e Janja seguem em mais uma viagem de luxo às custas do pagador de impostos.
A comitiva presidencial decolou de Brasília rumo ao G7 na França, evento do qual o Brasil nem é membro, apenas convidado, com escala em Cabo Verde, marcando a décima participação de Lula em cúpulas do grupo ao longo de três mandatos.
Os custos exatos dessa jornada permanecem sob sigilo, pois o presidente viaja em aeronave da Força Aérea Brasileira, cujas despesas não são detalhadas no Portal da Transparência.
O que se sabe do histórico assusta: a viagem à França em 2025 custou R$ 12 milhões, com diárias de hotel em Paris superando R$ 64 mil por noite e hospedagem totalizando R$ 6,34 milhões.
Somente de janeiro a maio de 2026, o governo já registrou R$ 675 milhões em viagens de servidores, R$ 299 milhões em passagens e R$ 374 milhões em diárias, sem incluir o avião presidencial, Janja e comitiva.
Desde 2023, os gastos com viagens ultrapassam R$ 7 bilhões, superando o total dos seis anos anteriores.
É um padrão de opacidade e prodigalidade: o pagador de impostos banca a conta inteira, sem direito a transparência plena, para que o presidente circule pelo mundo como estadista global em fóruns onde o Brasil é mero convidado, enquanto prioridades domésticas, como saúde, segurança e crescimento sustentável, seguem relegadas.
Essa diplomacia de jatinho revela mais vaidade do que resultados concretos para o povo brasileiro.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação