Forças de Defesa de Israel afirmam que ofensiva teve como alvo um depósito de armas nas proximidades do Hospital dos Mártires de Al-Aqsa e que avisos de evacuação foram emitidos antes da operação; autoridades de Gaza contestam a versão.
As Forças de Defesa de Israel informaram que realizaram uma operação na região do Hospital dos Mártires de Al-Aqsa, em Deir al-Balah, na Faixa de Gaza, com o objetivo de atingir uma estrutura utilizada pelo Hamas para armazenamento de armas.
Segundo o Exército israelense, a ação foi baseada em informações de inteligência e teve como alvo um depósito de armamentos localizado nas proximidades da unidade hospitalar.
Israel afirmou ainda que emitiu avisos prévios para evacuação da área antes do ataque, como parte das medidas para reduzir riscos à população civil durante a operação.
De acordo com a versão israelense, cinco instalações ligadas ao Hamas foram atingidas na região, dentro da estratégia militar de impedir o rearmamento do grupo.
Imagens divulgadas após o ataque mostram uma grande cratera no local atingido, resultado da explosão provocada pela ofensiva aérea.
As Forças de Defesa de Israel afirmam que o Hamas utiliza áreas próximas a hospitais e outras estruturas civis para esconder armamentos e conduzir operações militares, acusação recorrente feita pelo governo israelense.
Já autoridades de saúde em Gaza contestam essa versão e afirmam que o ataque destruiu depósitos de medicamentos e insumos médicos próximos ao hospital, sem confirmar a existência de armamentos no local.
O episódio ocorre em meio às negociações para um possível cessar-fogo, enquanto Israel mantém que continuará realizando operações contra alvos que considera ligados ao Hamas.
A ofensiva reforça a complexidade das operações militares em áreas urbanas densamente povoadas, onde versões divergentes sobre os alvos costumam ser apresentadas pelas partes envolvidas no conflito.
As autoridades israelenses afirmaram que continuarão monitorando a região e realizando novas ações contra estruturas que identifiquem como pertencentes ao Hamas, enquanto a situação humanitária na Faixa de Gaza permanece sob atenção internacional.
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