Visita de John Ratcliffe a Moscou teria buscado transmitir ao Kremlin um alerta sobre possíveis ações contra países da aliança, especialmente Estônia, Letônia e Lituânia.
O diretor da CIA, John Ratcliffe, realizou uma visita surpresa e não anunciada a Moscou, onde se reuniu com autoridades de inteligência russas, em meio a avaliações de que a Rússia poderia testar a OTAN com uma ofensiva limitada, especialmente contra os Estados bálticos.
O objetivo da viagem, portanto, seria para alertar o Kremlin contra qualquer ataque a membros da aliança, como Estônia, Letônia e Lituânia, que expressaram preocupação particular.
O ministro das Relações Exteriores da Estônia, Margus Tsahkna, afirmou que a visita deve ser vista como oportunidade de enviar “uma mensagem” a Moscou, reforçando que “o melhor dissuasor é uma OTAN unida e forte” e a clareza de que a aliança está preparada para defender “cada centímetro” do território aliado.
O Kremlin confirmou os contatos, sem encontro com Putin, enquanto o presidente Trump descreveu a missão como “semi-rotineira”.
Texto: Rodolfo Oliveira
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