Chefe da AGU e diretor-geral da Polícia Federal teriam protagonizado confronto diante do presidente Lula em meio às suspeitas de monitoramento e à crise institucional envolvendo as investigações do Banco Master
A crise envolvendo o Banco Master ganhou contornos ainda mais explosivos dentro do próprio governo Lula, após um confronto entre o chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, diante do presidente da República.
Segundo relatos, Messias questionou se estava sendo espionado pela PF e acusou a corporação de monitorar seu telefone, enquanto Rodrigues negou categoricamente a existência de vigilância e classificou a reação do ministro como um “chilique”.
O episódio ocorreu em meio a uma escalada de desconfianças envolvendo as investigações do Master e o ministro André Mendonça, que posteriormente determinou o afastamento de Rodrigues sob a alegação de monitoramento “sistemático” e “ilícito” contra ele e Messias.
A situação se tornou ainda mais caótica quando o próprio diretor da PF proibiu Messias de recorrer em seu nome e decidiu contratar defesa particular, enquanto diferentes decisões judiciais passaram a se sobrepor em poucas horas.
No centro desse tumulto está um relatório de inteligência da PF que levantou questionamentos sobre a atuação de Mendonça e sobre a postura da AGU, ao mesmo tempo em que registrou a possibilidade de “monitoramento e coleta dirigida”, um cenário que expõe o grau de desconfiança e conflito institucional instalado entre órgãos do governo, Polícia Federal e Supremo Tribunal Federal.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação
🔔A notícia não para por aqui.
📢 SIGA O DIÁRIO 360
▶️ Inscreva-se no nosso YouTube
🌐 Acesse diario360.com.br
🔗 LINK NA BIO: Acesse nosso site e todas as nossas plataformas.