Venezuelano foi detido pelo Serviço Secreto em Washington após supostamente afirmar que pretendia assassinar o presidente americano; agentes encontraram um fuzil AR-15, duas pistolas e dezenas de cartuchos no veículo roubado que ele conduzia
Agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos prenderam, na noite de 5 de novembro, o venezuelano Ronny Yordrix Guanipa Chirinos, imigrante ilegal que estava em um carro roubado próximo à Casa Branca, em Washington.
Segundo o Departamento de Segurança Interna, ele afirmou aos agentes que havia viajado à capital para matar Donald Trump e disse que ouvia vozes ordenando o ataque.
Na revista, os policiais encontraram um fuzil AR-15, duas pistolas e dezenas de cartuchos.
Chirinos entrou ilegalmente nos EUA pelo Texas, em março de 2024, foi detido pela Patrulha de Fronteira e posteriormente liberado durante o governo Joe Biden.
Agora, responde por crimes relacionados a armas, munições e ao veículo roubado, além de estar sujeito a detenção migratória.
O diretor do Serviço Secreto, Sean Curran, afirmou que o caso reforça a preocupação da agência com o aumento de ameaças armadas contra a Casa Branca.
A ação evitou que o suspeito chegasse mais perto do presidente e colocou novamente a segurança de Trump sob os holofotes.
📝 Texto: Rodolfo Oliveira
📸 Foto: Divulgação
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