Deputado do PT chama relator da CPML do INSS de “estuprador” e partido novo protocola representação por quebra de decoro parlamentar
O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) rebaixou o debate político ao chamar o relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), de “estuprador” durante a leitura do relatório final da comissão, que apontava o indiciamento de mais de 200 pessoas, incluindo nomes incômodos à base governista, como o filho do presidente Lula.
Incomodado com o conteúdo técnico divulgado por Gaspar, o petista preferiu o ataque pessoal mais grave e infame possível, sem apresentar qualquer prova concreta no momento, transformando uma sessão sobre fraudes no INSS, que lesam aposentados vulneráveis, em circo de difamação barata.
O Partido Novo, sensivelmente, protocolou representação contra Lindbergh no Conselho de Ética da Câmara, expondo o que há de mais podre no estilo petista: quando os fatos e argumentos técnicos não favorecem, parte-se para o linchamento verbal irresponsável, destruindo reputações alheias com acusações levianas que banalizam crimes graves como estupro.
Lindbergh Farias, com seu longo histórico de radicalismo e polêmicas, mais uma vez desonra o mandato popular, demonstrando desprezo pela presunção de inocência, pelo decoro parlamentar e pela seriedade que o cargo exige, reforçando a imagem de uma esquerda disposta a tudo, inclusive ao uso sujo de palavras destruidoras, para proteger seus interesses e desviar o foco de investigações incômodas.
Por: Rodolfo Oliveira
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