DITADURA CUBANA TEME ATÉ A ORAÇÃO: PASTOR E FILHO DE 16 ANOS PRESOS POR PREGAR O EVANGELHO NA RUA
REDAÇÃO
Pastores e adolescente são detidos pelo regime comunista, expondo repressão religiosa e falência econômica do país
A ditadura comunista de Cuba não tolera nem a oração: a perseguição aos cristãos expõe o fracasso do regime
Enquanto o povo cubano sofre com apagões que duram mais de 20 horas por dia, fome, escassez de remédios e uma crise econômica sem precedentes, o regime comunista de Havana encontra tempo e recursos para prender quem ousa orar em público ou pregar a Bíblia.
No mês de março de 2026, dois pastores evangélicos foram alvo da repressão estatal. O pastor Rolando Pérez Lora foi detido em um parque público em Peñas Altas, Matanzas, momentos após transmitir ao vivo uma mensagem bíblica em seu canal no YouTube, chamado “Pregonero de Cristo”. Seu “crime”? Incentivar os cristãos a orar pacificamente pelo país em meio ao desespero geral. Preso diante da esposa, Gelayne Rodríguez Ávila, e de membros da igreja, foi liberado horas depois sem explicação — um claro ato de intimidação.
Poucos dias depois, em Morón (Ciego de Ávila), o pastor Elier Muir Ávila e seu filho Jonathan Muir Burgos, de apenas 16 anos, foram detidos após comparecerem voluntariamente a uma delegacia. O pastor foi solto, mas o adolescente permanece preso, possivelmente em condições desumanas, ao lado de adultos, acusado de participar de protestos contra a crise energética e de alimentos. Jonathan tem uma grave condição médica e é apenas mais uma vítima da paranoia do regime, que vê em qualquer voz independente — especialmente a dos cristãos — uma ameaça à “revolução”.
Esses casos não são exceções. Cuba ocupa a 24ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2026 da Portas Abertas, sendo o país mais perigoso da América Latina para quem segue Jesus. Apenas igrejas alinhadas ao Partido Comunista são toleradas. As independentes são consideradas ilegais, sujeitas a vigilância constante, interrogatórios, proibições de cultos, confisco de propriedades e prisões arbitrárias. A Christian Solidarity Worldwide (CSW) documenta centenas de violações anuais à liberdade religiosa, incluindo detenção arbitrária, vigilância invasiva e até abuso de crianças por causa da fé de seus pais.
Isso é o comunismo em sua essência: um sistema que promete igualdade e liberdade, mas entrega opressão, miséria e controle total sobre a consciência das pessoas. O regime de Miguel Díaz-Canel não suporta que alguém preste lealdade primeira a Deus e não ao Partido. Oração pacífica vira “subversão”. Um adolescente que acompanha o pai em um protesto contra a fome vira criminoso. A Bíblia, que fala de justiça, dignidade humana e esperança, é tratada como ameaça ideológica.
Enquanto isso, o povo passa fome e frio no escuro, e o governo gasta energia reprimindo quem pede luz — tanto literal quanto espiritual. A história se repete desde 1959: o comunismo destrói economias, esmaga liberdades e, inevitavelmente, persegue a fé, porque não tolera nenhuma autoridade superior à do Estado totalitário.
Os cristãos cubanos, mesmo sob pressão, continuam sendo luz em meio às trevas. Oram pela nação, ajudam os necessitados e defendem a dignidade humana. O mundo não pode ficar calado diante dessa injustiça. É hora de denunciar com clareza: o regime cubano é uma ditadura que teme até a oração de um pastor em um parque. Enquanto o comunismo durar em Cuba, a perseguição aos cristãos — e a todo o povo — continuará.
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