Presidente indica que ministro atuará na articulação política enquanto cenário da educação segue em debate
Em meio à declaração do presidente Lula de que o ministro Camilo Santana foi descartado como candidato ao governo do Ceará para atuar como “cabo eleitoral” na campanha de reeleição, faz-se necessário jogar luz sobre os resultados concretos na Educação: sob a gestão de Santana à frente do MEC, o Brasil registrou números alarmantes que expõem o fracasso em reverter a crise estrutural do setor.
O Censo Escolar 2025 apontou a perda de mais de 1 milhão de matrículas na educação básica, com o ensino médio sozinho perdendo cerca de 419 mil alunos, sinal de evasão escolar que persiste em patamares elevados, com cerca de 500 mil jovens abandonando os estudos anualmente apesar do bilionário Pé-de-Meia.
O IDEB 2023, divulgado em 2024, confirmou o retrocesso: o ensino médio cravou míseros 4,8 pontos, numa escala de 10, abaixo da meta e estagnado há anos, enquanto os anos finais do fundamental ficaram em 5,0, igualmente a