Conselheiro de Trump alerta que cerco se fecha sobre o magistrado brasileiro, que teria violado a Primeira Emenda e exportado autoritarismo digital
Jason Miller, conselheiro do presidente Donald Trump, deixou claro que o cerco internacional está se fechando sobre o ministro Alexandre de Moraes ao reagir ao relatório devastador do Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA, que acusa o magistrado brasileiro de orquestrar uma campanha de censura contra cidadãos norte-americanos em solo dos Estados Unidos.
Obtendo ordens secretas de Moraes que determinam suspensão de perfis e remoção de conteúdo, o comitê concluiu que o ministro e outros funcionários brasileiros estão violando diretamente a Primeira Emenda, praticando lawfare e interferindo na liberdade de expressão com o objetivo de silenciar vozes críticas ao governo Lula.
Longe de defender a democracia, Moraes age como um censor global autoritário, que usa o STF para perseguir opositores políticos, desequilibrar o debate público e ameaçar a lisura das eleições brasileiras de 2026, tudo sob o disfarce hipócrita de combater “desinformação”.
O alerta de Miller revela o isolamento crescente do Judiciário brasileiro: um ministro que se arvora acima da Constituição, da soberania nacional e agora das leis americanas, transformando o Supremo em uma ferramenta de poder petista e exportando ditadura digital para o mundo.
O cerco está mesmo se fechando, e Moraes, antes intocável no Brasil, começa a colher os frutos amargos de seu abuso de poder desenfreado.
Por Rodolfo Oliveira
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