“INTELIGÊNCIA” OU DELÍRIO? PUTIN TENTA VENDER FRACASSO MILITAR COMO ESTRATÉGIA BRILHANTE
REDAÇÃO
Declarações de porta-voz russo sobre condução militar geram críticas e ampliam discussões sobre rumos da guerra
Em meio ao quarto ano de uma guerra de agressão brutal lançada pela Rússia de Vladimir Putin contra a Ucrânia soberana, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, insiste em defender a estratégia de Moscou como um exercício de “inteligência” internacional, enquanto o conflito perde espaço na agenda global.
Essa narrativa cínica mascara a realidade de uma invasão imperialista que já custou centenas de milhares de vidas, destruiu cidades inteiras e violou flagrantemente o direito internacional, com avanços russos lentos e custosos no campo de batalha, dependentes de táticas de infiltração e de um esforço de guerra que drena recursos e jovens russos em nome de ambições revanchistas.
Longe de qualquer astúcia estratégica, a postura de Putin revela um regime isolado, que recorre a propaganda para disfarçar fracassos militares, perdas humanas exorbitantes e o fracasso em impor uma vitória rápida, preferindo prolongar o sofrimento ucraniano e a instabilidade europeia em vez de admitir que a “operação especial” se transformou em um pântano geopolítico auto infligido.
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