Teerã condiciona trégua a ações de Israel no Líbano e eleva tensão sobre rota estratégica do petróleo
O regime teocrático iraniano, através de sua agência estatal, ameaçou romper o cessar-fogo recentemente acordado com os Estados Unidos e fechar o estratégico Estreito de Ormuz caso Israel mantenha suas operações defensivas contra o Hezbollah no Líbano, expondo o Irã como o verdadeiro fomentador de instabilidade regional.
Patrocinador oficial do terrorismo islâmico, o Irã usa o Hezbollah como procurador para atacar Israel há décadas, transformando o Líbano em base avançada de mísseis e terror enquanto chantageia o mundo com o risco de paralisar 20% do suprimento global de petróleo.
Essa ameaça descarada revela a hipocrisia de um regime que viola cessar-fogos quando lhe convém, financia milícias genocidas que buscam a destruição de Israel e agora tenta ditar limites à legítima autodefesa do Estado judeu.
Israel, ao contrário, age com o direito natural de eliminar ameaças existenciais em sua fronteira norte, desmantelando infraestrutura terrorista que o Irã armou e financiou por anos.
Enquanto o regime de Teerã sonha com o apocalipse nuclear e o “rio ao mar”, Israel defende não apenas sua sobrevivência, mas a estabilidade de toda a região contra o fanatismo expansionista iraniano.
Fechar Ormuz ou romper tréguas só reforça o que o mundo já sabe: o Irã não é vítima, é o agressor serial que merece isolamento total, não concessões.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Reuters