Forças israelenses afirmam que alvo atuava na produção de armamentos do grupo, enquanto emissora contesta versão
Israel eliminou com precisão, via drone, o “repórter” da Al Jazeera Mohammed Wishah enquanto ele circulava de carro em Gaza City, e o Exército israelense confirmou que o alvo era um terrorista ativo do Hamas, integrante chave da divisão de produção de foguetes e armas da organização, que operava sob o disfarce conveniente de “jornalista” para avançar ataques contra tropas israelenses e civis.
A rede qatari, financiada por um dos maiores patrocinadores do terrorismo regional, correu para condenar o “crime deliberado” e posar de vítima indefesa, ignorando deliberadamente que seu “correspondente” usava a credencial da Al Jazeera como cobertura para atividades militares do Hamas, prática recorrente que transforma supostos profissionais de imprensa em escudos humanos e propagandistas armados.
Enquanto a Al Jazeera e seus aliados choramingam sobre “assassinato de jornalistas”, a realidade é clara: quem escolhe militar no Hamas de dia e posar de repórter imparcial à noite não é vítima da liberdade de imprensa, mas um combatente legítimo em zona de guerra, devidamente neutralizado por Israel em legítima defesa.
A mídia que sistematicamente branqueia terroristas agora colhe os frutos de sua própria cumplicidade.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação