CINISMO PURO: IRÃ PROMETE “SEGURANÇA” NO ORMUZ SE ISRAEL E EUA PARAREM DE REAGIR AO TERRORISMO

REDAÇÃO

Declaração de autoridade iraniana reacende tensão no Oriente Médio e levanta críticas sobre uso estratégico da rota do petróleo

A declaração do vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Saeed Khatibzadeh (foto), condicionando a “navegação segura” no Estreito de Ormuz ao fim da suposta “agressão” americana e israelense, revela mais uma vez o cinismo e a chantagem típicos do regime teocrático de Teerã, que usa uma via marítima vital para 20% do petróleo mundial como arma de extorsão geopolítica. 
Em vez de garantir a liberdade de navegação, dever básico de qualquer nação que controla passagem internacional, o Irã fecha o estreito, ameaça petroleiros e impõe condições absurdas sempre que Israel, em legítima defesa, responde aos ataques do Hezbollah no Líbano, um aliado terrorista financiado e armado por Teerã para desestabilizar a região.
Enquanto Estados Unidos e Israel atuam com precisão cirúrgica contra ameaças terroristas e nucleares que colocam em risco não só sua segurança, mas a estabilidade global, o Irã demonstra ser o verdadeiro agressor: financia milícias, enriquece urânio em níveis perigosos e agora tenta punir o mundo inteiro por não aceitar seu comportamento belicoso. 
Essa postura não é “defesa”, mas puro oportunismo de um regime autoritário que prefere arriscar uma crise econômica mundial a admitir que seus aliados terroristas não podem atacar impunemente.
A comunidade internacional deve rejeitar veementemente essa chantagem e apoiar firmemente a determinação americana e israelense em defender a ordem internacional contra o extremismo iraniano.
Texto: Rodolfo Oliveira 
Foto: Divulgação