ATAQUES COORDENADOS ÀS ESTÁTUAS DA HAVAN EXPÕEM O VANDALISMO COMO MÉTODO DA ESQUERDA RADICAL
REDAÇÃO
Ações ocorreram simultaneamente e autoridades apuram possível coordenação dos atos de vandalismo
Quatro estátuas da réplica da Estátua da Liberdade, símbolo icônico da rede Havan, foram alvo de ataques coordenados na madrugada de quarta-feira (9) em cidades de quatro estados diferentes, Natal (RN), São Luís (MA), São Pedro da Aldeia (RJ) e Valparaíso (GO), com imagens de câmeras de segurança revelando tentativas de incêndio praticamente simultâneas.
O empresário Luciano Hang não hesitou em classificar o episódio como “ato planejado”, denunciando uma possível ação organizada de intolerância ideológica contra um dos maiores representantes do empreendedorismo liberal no país.
Enquanto a rede varejista age com responsabilidade ao procurar as autoridades e abrir um canal de denúncias (0800 517 0051) para identificar os envolvidos, o episódio revela o quanto setores radicais da esquerda ainda recorrem ao vandalismo e à violência simbólica para silenciar vozes dissidentes, em vez de confrontar ideias no campo democrático, um retrocesso preocupante que cobra urgência das instituições em punir com rigor esses atos de intimidação.
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.