Índice registra novo patamar e reflete aumento da arrecadação em relação aos anos anteriores
O Tesouro Nacional confirmou nesta sexta-feira (10) que a carga tributária brasileira subiu novamente em 2025, alcançando 32,40% do PIB, um novo recorde que reflete a voracidade fiscal do governo Lula, que continua espremendo o pagador de impostos para financiar uma máquina pública inchada, gastos clientelistas e um déficit que não para de crescer.
Após o salto já registrado em 2024, para cerca de 32,3% ou 32,32%, o aumento de mais 0,2 ponto percentual demonstra que o petismo, sob o comando de Fernando Haddad, que já deixou o cargo, optou pelo caminho mais fácil: aumentar impostos, criar novas taxas e apertar ainda mais a corda no pescoço de empresas, trabalhadores e famílias, em vez de promover cortes drásticos na gastança, privatizações ou reforma administrativa séria.
Enquanto o discurso oficial insiste em “justiça social” e “proteção aos mais pobres”, a realidade é brutal: o brasileiro trabalha quase quatro meses por ano só para pagar impostos, o crescimento econômico patina, o custo de vida sobe e o retorno em serviços públicos de qualidade continua pífio.
Essa escalada tributária sob Lula não é acidente, mas escolha ideológica de um governo que trata o erário como fonte inesgotável de recursos para alianças políticas e programas eleitoreiros, sufocando a iniciativa privada e transferindo cada vez mais riqueza do cidadão comum para o Estado, um modelo insustentável que cobra caro do presente e hipoteca o futuro do país.
Texto: Rodolfo Oliveira
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