Enquanto Lula faz alianças ideológicas, Trump põe Brasil na lista dos principais fornecedores do tráfico
No governo Trump, o Departamento de Estado dos EUA mais uma vez demonstra coragem e transparência ao expor uma realidade incômoda que governos de esquerda no Brasil insistem em minimizar: o país figura entre os principais fornecedores globais de insumos químicos essenciais para a produção de narcóticos ilícitos, conforme o relatório International Narcotics Control Strategy Report (INCSR) de 2025.
Enquanto o regime Lula prioriza agendas ideológicas, alianças questionáveis e narrativas de “soberania” que servem mais como escudo para a ineficiência, o Brasil se consolida como ator relevante nas cadeias regionais de precursores usados na fabricação de cocaína na América do Sul, alimentando não só o consumo interno, mas também o tráfico internacional que devasta vidas nos EUA e na Europa.
Trump, com sua política America First de combate implacável ao narcotráfico, não hesita em nomear os responsáveis, incluindo rotas, portos e fronteiras porosas, em vez de fingir que o problema não existe ou de culpar apenas produtores andinos.
Essa postura firme expõe a falência do modelo “progressista” brasileiro, que tolera o avanço de facções como PCC e Comando Vermelho, transforma o país em hub logístico do crime organizado e ignora o sofrimento causado por toneladas de drogas que saem de portos nacionais.
O relatório de Trump não é ingerência: é um alerta necessário para que o Brasil escolha, enfim, entre ser parte da solução ou continuar como fornecedor complacente do veneno que envenena o mundo.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação