BANHEIRO VIRA CAMPO DE BATALHA: CÁSSIA KIS ACUSADA DE TRANSFOBIA POR DEFENDER O ESPAÇO DAS MULHERES
REDAÇÃO
Caso envolve discussão sobre identidade de gênero, uso de espaços e limites da legislação
Cássia Kis, uma das maiores atrizes da dramaturgia brasileira, foi mais uma vez alvo de uma campanha de linchamento midiático por simplesmente exercer o direito básico de expressar desconforto diante da invasão de um espaço reservado biologicamente às mulheres.
No último fim de semana, no banheiro feminino de um shopping no Rio de Janeiro, a atriz teria manifestado, de forma direta e sem rodeios, sua indignação ao constatar a presença de um homem, Roberta Santana, que se identifica como mulher trans, no local destinado ao sexo feminino.
Em vez de respeitar a privacidade e a segurança das mulheres presentes, Roberta optou por registrar boletim de ocorrência na Decradi por “transfobia”, transformando um legítimo incômodo feminino em suposta intolerância.
O que chama atenção nessa história não é a suposta “ofensa”, mas a inversão de papéis: a mulher biológica que se sente vulnerável em seu próprio espaço é criminalizada, enquanto o indivíduo do sexo masculino que insiste em ocupar um banheiro feminino é elevado à condição de vítima.
Cássia Kis, com sua franqueza característica, apenas verbalizou o que a maioria das mulheres brasileiras sente, mas tem medo de dizer em voz alta: o Brasil não está “perdido” por respeitar a realidade biológica, mas por permitir que ideologia de gênero suplante o bom senso, a segurança feminina e a liberdade de expressão.
Criminalizar o desconforto legítimo de uma mulher diante da presença masculina em ambiente íntimo é mais um capítulo da agenda que prioriza sentimentos subjetivos sobre fatos objetivos e direitos coletivos.
Nós utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continua a usar este site, assumimos que você está satisfeito.