Operação conjunta entre Estados Unidos e Nigéria elimina líder do Estado Islâmico apontado como um dos principais articuladores do ISIS na África
Forças militares dos Estados Unidos e da Nigéria realizaram uma operação conjunta que resultou na morte de Abu-Bilal al-Minuki, apontado como o segundo principal líder global do Estado Islâmico (ISIS). O anúncio foi feito nesta sexta-feira (16) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em publicação na rede Truth Social.
Segundo Trump, a ação foi conduzida de forma “meticulosamente planejada” e contou com a participação direta de tropas americanas e nigerianas. O presidente afirmou que al-Minuki era considerado “o terrorista mais ativo do mundo” e estava escondido em território africano.
Abu-Bilal al-Minuki, também conhecido por variações como Abubakar Mainok, era ligado ao Estado Islâmico na Província da África Ocidental (ISWAP), braço extremista que atua principalmente na região do Sahel e do Lago Chade. O grupo é responsável por ataques frequentes contra civis, forças militares e governos locais em países como Nigéria, Níger e Camarões.
O governo dos Estados Unidos havia classificado al-Minuki como “terrorista global” em 2023, acusando o líder extremista de coordenar operações do ISIS na África e de ampliar o recrutamento de combatentes na região.
A morte do comandante é vista por analistas internacionais como um duro golpe na estrutura do Estado Islâmico no continente africano, especialmente em um momento de expansão de grupos jihadistas no Sahel.
A operação repercutiu rapidamente na imprensa internacional e vem sendo confirmada por veículos como BBC, Reuters, Al Jazeera, The New York Times e Fox News, além de meios de comunicação brasileiros. Até o momento, não há indícios que coloquem em dúvida a veracidade da ação militar anunciada pelos EUA.
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