TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO ABSOLVE VEREADOR CRISTÃO ACUSADO DE “HOMOFOBIA” POR RECUSAR LER PROJETO LGBT.

REDAÇÃO

Tribunal de Justiça de São Paulo entende que vereador exerceu liberdade de consciência sem cometer discurso de ódio

O Tribunal de Justiça de São Paulo reconheceu o óbvio e absolveu, por unanimidade, o vereador de Bertioga Eduardo Pereira (PSD) da absurda acusação de “racismo/homofobia” por simplesmente ter se recusado, por convicção religiosa cristã, a ler um projeto de lei de temática LGBT durante sessão da Câmara.
A decisão do desembargador Freire Teotônio foi clara: não houve discurso de ódio, ataque direto ou intenção de inferiorizar qualquer grupo, apenas o exercício legítimo da liberdade de consciência.
Eduardo Pereira foi criminalizado por ousar dizer “não” a uma militância que pretende transformar o Estado laico em instrumento de imposição ideológica, exigindo que vereadores religiosos atuem como garotos-propaganda de pautas contrárias às suas crenças.
O episódio revela o verdadeiro autoritarismo: enquanto o vereador respeitou o trâmite do projeto, que foi lido por outra vereadora e aprovado, a “tolerância” da esquerda se manifestou com a queima criminosa de seu ônibus usado como escritório, um ato de violência real que, convenientemente, não gerou a mesma comoção.
A absolvição reforça que crença religiosa não é crime e que a tentativa de transformar discordância em delito revela o DNA totalitário de quem não aceita limites à própria agenda.
Vitória importante para a liberdade no Brasil.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação