Kremlin critica sanções dos EUA e reforça apoio político ao regime cubano
O ditador Vladimir Putin condenou a pressão americana sobre Cuba, declarando que Moscou “não aprova” sanções e eventuais ações militares dos EUA que, segundo ele, agravariam a crise humanitária na ilha.
O Kremlin, que transformou a Ucrânia em um campo de morte com invasão ilegal, bombardeios sistemáticos a civis e milhões de refugiados, agora se arvora em defensor de outro regime autoritário falido, o dos Castros, acusado de graves violações de direitos humanos.
Enquanto Putin esmaga dissidentes em casa e ataca ilegalmente a Ucrânia, Cuba afunda na miséria crônica provocada por décadas de socialismo real, corrupção e repressão, não por embargo externo.
A “solidariedade” russa nada mais é que o apoio entre ditadores que temem o mesmo destino: o colapso de seus sistemas opressivos quando expostos à luz da liberdade.
Texto: Rodolfo Oliveira
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