Estuprador que já foi ligado ao PSOL
Alberto Luiz Freitas Monção, ex-presidente do PSOL em Timon (Maranhão) e diretor-adjunto de uma creche municipal, foi preso preventivamente no dia 27 de maio sob forte suspeita de estuprar sexualmente crianças de apenas dois e três anos.
O pedófilo esquerdista escolhia deliberadamente meninos autistas não-verbais, explorando sua vulnerabilidade extrema para silenciar as vítimas e dificultar denúncias, levando-as para um depósito isolado sem câmeras dentro da própria unidade escolar.
Essa aberração moral, que ostentava cargo de confiança em um ambiente que deveria ser de proteção e cuidado, revela o abismo ético de quem se arvora em “defensor dos oprimidos” enquanto comete atrocidades indizíveis contra os mais inocentes.
A prisão de Monção não é apenas uma vitória da Justiça: é a exposição cruel de como ideologias que pregam superioridade moral abrigam, em suas fileiras, monstros capazes das piores depravações.
Que o peso da lei recaia com toda força sobre esse indivíduo e que sirva de alerta para o tipo de gente que certos partidos atraem e protegem.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação