RUBIO ANUNCIA REFORÇO DE RECURSOS AMERICANOS NO COMBATE AO NARCOTRÁFICO NA AMÉRICA DO SUL

REDAÇÃO

Secretário de Estado defende ampliar cooperação, inteligência e financiamento para ações contra facções e redes criminosas na região.

Washington, 10 de junho de 2026 – O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, tem liderado uma ofensiva firme e estratégica contra o crime organizado transnacional na América Latina, com ênfase especial no combate às facções criminosas que ameaçam a segurança do Brasil e de vários países da região sul-americana.
Em uma demonstração clara de compromisso com a estabilidade hemisférica, o Departamento de Estado, sob comando de Rubio, designou recentemente o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas globais. Essa medida histórica permite maior cooperação internacional, congelamento de ativos e restrições financeiras que visam desmantelar as redes de narcotráfico, lavagem de dinheiro e violência que se espalham pelo continente e chegam até as ruas americanas.
Rubio tem defendido, em audiências orçamentárias no Congresso, o realinhamento de recursos da assistência externa americana para priorizar o Hemisfério Ocidental. A estratégia, batizada em linhas gerais de “Shield of the Americas”, busca fortalecer as capacidades de segurança de parceiros confiáveis na América do Sul, com foco em inteligência, treinamento e operações conjuntas contra cartéis e gangs. O objetivo é claro: proteger cidadãos americanos e latino-americanos ao mesmo tempo em que se reduz o fluxo de drogas, armas e criminalidade que alimentam a violência na região.
Como exemplo prático dessa política, os Estados Unidos anunciaram recentemente US$ 13,5 milhões em apoio ao Equador para combater a escalada de violência ligada ao narcotráfico, incluindo o fornecimento de tecnologia avançada de drones e maior compartilhamento de informações de inteligência. Autoridades americanas têm sinalizado que iniciativas semelhantes podem se estender a outros países alinhados, como o Brasil, onde a cooperação bilateral em matéria de segurança já vem sendo ampliada.
Para a administração Trump, o combate ao crime organizado não é apenas uma questão de ajuda externa, mas uma prioridade de segurança nacional. Ao concentrar esforços e recursos onde mais importa — no quintal dos Estados Unidos —, Washington reforça sua liderança em defesa da democracia, do Estado de Direito e da prosperidade regional, enviando um recado firme aos grupos criminosos: a era da impunidade está chegando ao fim.
Funcionários do Departamento de Estado destacam que essa abordagem pragmática e focada gera resultados mais eficazes do que programas difusos do passado, beneficiando tanto os contribuintes americanos quanto os povos da América Latina que anseiam por paz e segurança.
Foto: White House