GASPAR REJEITA ACORDO COM LINDBERGH, ENTREGA DNA À PGR E PROMETE LEVAR CASO ATÉ O FIM NA JUSTIÇA

REDAÇÃO

Deputado colocou material genético à disposição da PGR e afirma que pretende esclarecer o caso por meio de prova pericial.

O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, reafirmou que não aceitará qualquer acordo relacionado às acusações feitas contra ele e declarou que pretende levar todas as ações judiciais até o fim. Paralelamente, colocou oficialmente seu material genético à disposição da Procuradoria-Geral da República (PGR) para a realização de um exame de DNA.
Segundo a defesa do parlamentar, o objetivo é acelerar a apuração dos fatos e permitir que uma prova técnica esclareça definitivamente o caso. Os advogados sustentam que a perícia científica é o meio mais objetivo para verificar as alegações apresentadas na notícia-crime.
O material biológico de Alfredo Gaspar já havia sido coletado anteriormente por um perito oficial, no âmbito de uma ação cautelar de produção antecipada de provas autorizada pela Justiça de Alagoas. A defesa informou que esse material permanece disponível para utilização pelas autoridades competentes.
Além disso, Gaspar declarou que está disposto a realizar uma nova coleta de DNA imediatamente, caso a Procuradoria-Geral da República ou o Supremo Tribunal Federal considerem necessário repetir o procedimento para garantir a confiabilidade do exame.
Em declarações à imprensa, o parlamentar afirmou que deseja uma conclusão baseada em evidências científicas. Segundo ele, a realização do exame permitirá esclarecer os fatos de forma objetiva e encerrar as dúvidas levantadas pelas acusações.
A equipe jurídica também protocolou pedidos para que o procedimento seja realizado com rapidez, argumentando que a definição do caso interessa tanto ao investigado quanto às instituições responsáveis pela análise da denúncia.
Enquanto isso, Alfredo Gaspar manteve a decisão de rejeitar qualquer tentativa de acordo político. De acordo com pessoas próximas ao parlamentar, o entendimento é de que a controvérsia deverá ser resolvida exclusivamente pelas vias judiciais.
Nos bastidores, houve uma tentativa de aproximação por parte do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), mas a proposta não prosperou. Gaspar decidiu manter as ações judiciais apresentadas em razão das acusações feitas contra sua honra.
A defesa sustenta que, caso o exame de DNA afaste qualquer vínculo biológico com a criança mencionada na denúncia, pedirá o arquivamento definitivo da notícia-crime e dará continuidade às medidas judiciais destinadas à responsabilização daqueles que apresentaram as acusações.
Com a entrega formal do material genético à PGR e a recusa em celebrar qualquer acordo, Alfredo Gaspar reforça que pretende aguardar a conclusão da prova técnica e das decisões da Justiça, defendendo que o caso seja solucionado com base em elementos periciais e no devido processo legal.
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