Autoridades de Defesa dos três países discutem integração de inteligência, operações terrestres e estruturas de comando para combater organizações criminosas e grupos armados na região de fronteira.
Representantes de Defesa do Equador, Estados Unidos e Colômbia, em um passo decisivo e necessário contra a ameaça crescente do narcotráfico na região fronteiriça, reuniram-se em San Lorenzo para planejar operações militares conjuntas terrestres, vigilância e postos de comando unificados, aproveitando o alinhamento entre os governos de direita de Daniel Noboa e Abelardo de la Espriella, além do apoio decisivo de Washington via Southcom.
O ministro equatoriano Gian Carlo Loffredo acertadamente classificou o momento como “oportunidade dourada” para impedir que grupos armados irregulares e guerrilheiros colombianos migrem para território equatoriano sob pressão militar, criando equipes autônomas para “alvos de oportunidade” e derrotando as organizações que usam o corredor fronteiriço como refúgio.
Essa coordenação trilateral, que se soma à coalizão regional apoiada pelos EUA e à estratégia do Pentágono de ampliar ações terrestres após operações navais no Caribe e Pacífico, representa a resposta firme e pragmática que a região precisa: sem hesitações, com inteligência compartilhada e presença militar sustentada, para privar o crime organizado de santuários e restaurar a segurança nas fronteiras.
Texto: Rodolfo Oliveira
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