Segundo o UOL, o governo Donald Trump avalia retomar sanções contra Alexandre de Moraes com base na Lei Global Magnitsky, enquanto Washington também monitora outros integrantes do STF e possíveis medidas contra pessoas e entidades ligadas ao ministro.
Segundo reportagem do UOL, o governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, avalia reativar a qualquer momento as sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com as informações divulgadas, o Tesouro americano já teria preparado um rascunho para a retomada das punições com base na Lei Global Magnitsky.
A medida, porém, ainda dependeria de uma autorização final do Departamento de Estado dos EUA, comandado pelo secretário de Estado Marco Rubio.
As possíveis sanções não ficariam necessariamente restritas a Moraes. Segundo a reportagem, Washington também avalia medidas que poderiam atingir sua esposa, Viviane Barci, e o escritório de advocacia ligado à família.
O governo americano também estaria ampliando o monitoramento sobre outros integrantes do STF em meio à atual crise envolvendo o tribunal.
Diplomatas americanos indicam que a sessão extraordinária marcada para esta terça-feira (15) será acompanhada de perto por Washington.
A avaliação seria de que os ministros que votarem pela continuidade ou pelo bloqueio de determinadas investigações poderão entrar no radar de novas medidas do governo Trump.
Segundo os relatos citados pela imprensa, a movimentação não estaria diretamente relacionada ao calendário eleitoral brasileiro, mas a uma mudança de prioridades na política externa dos Estados Unidos.
O processo de avaliação teria ganhado força após decisões recentes de Moraes, incluindo medidas envolvendo jornalistas, e se intensificado na véspera da sessão relacionada às mensagens atribuídas ao celular de Daniel Vorcaro.
Até o momento, trata-se de uma avaliação e preparação de possíveis medidas, e não de uma confirmação de que novas sanções já tenham sido oficialmente anunciadas.
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