Campanha do senador acionou o Ministério Público Eleitoral e pediu prisão preventiva, busca e apreensão e outras medidas contra George Marques, acusado de disseminar conteúdo falso contra o candidato durante o episódio envolvendo Nossa Senhora Aparecida
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acionou o Ministério Público Eleitoral e pediu a prisão preventiva, busca e apreensão e outras medidas cautelares contra George Marques, coordenador-geral de Estratégia e Informação da Presidência da República, sob acusação de ter ajudado a disseminar desinformação contra o candidato no episódio envolvendo Nossa Senhora Aparecida.
Segundo a notícia-crime apresentada pelos advogados, Marques teria repostado mensagens que orientavam seus seguidores a ignorar a retratação de uma informação já desmentida e a continuar compartilhando o conteúdo, além de publicar manifestações com críticas a Flávio e à Igreja Católica.
A defesa afirma que o funcionário do Planalto apagou uma das publicações posteriormente, mas sustenta que os reposts alcançaram seus mais de 211 mil seguidores e poderiam contribuir para manter a informação falsa em circulação.
Diante disso, a campanha pede investigação por possíveis crimes eleitorais e penais, além da apreensão de aparelhos eletrônicos e da suspensão cautelar das atividades de Marques nas redes sociais e no serviço público, argumentando que a utilização da estrutura e da influência de um servidor da Presidência para impulsionar uma informação eleitoralmente danosa exige apuração rigorosa.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação
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