Anúncio de ampliação do Minha Casa Minha Vida com novos aportes e redução de juros é criticado por oposição como medida de alto custo fiscal em ano eleitoral
Seguem-se os atos de populismo eleitoral descarado. O presidente Lula anunciou o injetamento de mais R$ 20 bilhões no programa Minha Casa Minha Vida e reduziu os juros do Reforma Casa Brasil, ex-Reforma Brasil, para meros 0,99% ao ano, medidas que, na prática, representam mais uma conta bilionária a ser bancada pelos pagadores de impostos brasileiros já sufocados por uma carga tributária recorde.
Enquanto o governo petista se gaba de “facilitar o sonho da casa própria”, o que se vê é o uso descarado de recursos do povo, oriundos do Orçamento, do FGTS e do Fundo Social do Pré-Sal, para turbinar contratações e entregas de moradias justamente em ano de eleição, numa tentativa óbvia de comprar votos com dinheiro alheio.
Essa farra intervencionista não só distorce o mercado imobiliário, como aumenta o rombo fiscal, pressiona a inflação e deixa para o pagador de impostos comum, que banca o custo final de subsídios generosos que beneficiam uma clientela política seletiva, repetindo o velho manual petista de trocar responsabilidade fiscal por palanque.
Texto: Rodolfo Oliveira
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