A VERGONHA BRUTAL DO COMUNISMO CUBANO; BILHÕES SECRETOS DA DITADURA ENQUANTO AFUNDA NA POBREZA E FOME

REDAÇÃO

A Hipocrisia Bilionária da Elite Cubana: Enquanto o Povo Sofre Apagões e Fome, a Ditadura Acumula Fortunas Secretas

Em Cuba, o contraste não poderia ser mais cruel. De um lado, a população enfrenta uma das piores crises humanitárias da história recente: apagões constantes que duram horas ou dias, prateleiras vazias nos mercados, falta de medicamentos, combustíveis e alimentos básicos. Quase noventa por cento dos cubanos vivem em condição de extrema pobreza ou mera sobrevivência. A economia encolheu cerca de quinze por cento nos últimos cinco anos, e o país caminha para o colapso energético e produtivo. Do outro lado, uma elite secreta ligada diretamente à ditadura comunista acumula um império empresarial bilionário que controla dezenas de bilhões de dólares, opera com total opacidade e enriquece enquanto o povo passa fome.
No centro dessa rede está a GAESA, ou Grupo de Administração Empresarial Sociedade Anônima, um conglomerado integrado às Forças Armadas Revolucionárias de Cuba, mas que funciona de forma autônoma e incontrolável até mesmo por órgãos oficiais do regime. Essa holding gerencia cerca de quarenta por cento do produto interno bruto cubano, segundo estimativas de economistas independentes. Ela domina os setores que geram divisas estrangeiras: turismo de luxo, remessas do exterior, comércio internacional, telecomunicações, portos, bancos e até as chamadas missões médicas enviadas para outros países.
Documentos vazados revelam que, em 2024, a Gaesa detinha ativos avaliados em pelo menos dezessete vírgula nove bilhões de dólares, dos quais mais de catorze bilhões estavam depositados em contas bancárias. Os lucros líquidos em apenas um trimestre chegaram a mais de dois bilhões de dólares, com margens de rentabilidade absurdamente altas, próximas a trinta e oito por cento. Essa fortuna paralela supera as reservas internacionais de nações inteiras e serve como uma espécie de tesouro de guerra privado da cúpula do regime.
A Gaesa não tem site oficial, não publica balanços, não paga impostos ao Estado cubano e escapa completamente ao controle da Assembleia Nacional ou da Controladoria Geral. Seus negócios operam em dólares, enquanto o salário médio do cubano comum é pago em pesos cubanos desvalorizados, que valem pouco no mercado informal. A elite usa redes societárias em paraísos fiscais, como o Panamá, para ocultar os verdadeiros beneficiários. Tudo funciona na mais completa escuridão, longe dos olhos do povo e até de parte da própria burocracia estatal.
Especialistas apontam que o verdadeiro controlador dessa máquina de dinheiro é o ex-presidente Raúl Castro, hoje com noventa e quatro anos, junto com um círculo fechado de familiares e leais militares. Figuras como o falecido Luis Alberto Rodríguez López-Calleja, ex-genro de Raúl e considerado o cérebro da expansão da Gaesa, ajudaram a construir esse império. Hoje, o poder econômico concentra-se em parentes próximos, incluindo filhos, netos e genros, que viajam ao exterior e gerenciam os fluxos financeiros. A holding absorveu empresas estatais rentáveis, como a Cimex, que controla varejo, postos de gasolina e importações, a Gaviota, que domina hotéis e turismo, a Etecsa nas telecomunicações e o porto de Mariel.
Enquanto constrói hotéis de luxo cinco estrelas, como a imponente Torre K em Havana ou complexos gerenciados em parceria com redes internacionais, o regime ignora deliberadamente os setores essenciais. A agricultura produz apenas vinte por cento do que o país precisa, a rede elétrica desaba e a indústria está paralisada. O investimento desproporcional em turismo, que atrai dólares, deixou o povo sem comida e sem luz. O número de visitantes despencou nos últimos anos, mas a elite continua erguendo estruturas vazias, enquanto hospitais funcionam sem remédios e famílias reviram lixo em busca de algo para comer.
Essa realidade desnuda a falência moral e prática do comunismo. Por mais de seis décadas, a ditadura cubana vendeu ao mundo a imagem de uma revolução igualitária, que supostamente colocava o povo em primeiro lugar e combatia o imperialismo. Na prática, criou uma das sociedades mais desiguais e repressivas do planeta. O Partido Comunista e suas Forças Armadas transformaram o Estado em uma empresa familiar bilionária, onde a ideologia serve apenas como cortina de fumaça para justificar o controle absoluto sobre a vida e a economia dos cidadãos.
O comunismo, em Cuba como em outros lugares onde foi implantado, não distribui riqueza: ele a concentra nas mãos de uma nomenklatura privilegiada que vive em mansões, viaja ao exterior e acumula fortunas em contas secretas, enquanto prega sacrifício e austeridade ao povo. A promessa de uma sociedade sem classes resultou na pior das divisões: uma elite intocável que monopoliza os dólares e uma massa empobrecida que sobrevive com racionamento e repressão policial.
Sanções externas, como as impostas pelos Estados Unidos, certamente complicam o cenário, mas não explicam a miséria estrutural. Países vizinhos sem bloqueio algum também sofreram horrores semelhantes sob regimes de inspiração marxista. O problema central é o modelo: centralização total do poder econômico e político, ausência de liberdade, falta de incentivos à produção, corrupção institucionalizada e repressão sistemática a qualquer voz dissidente. Quando o Estado é dono de tudo, na verdade uma pequena casta é dona do Estado e de tudo o que ele gera.
A Gaesa simboliza essa tragédia. Ela suga cada dólar que entra no país através do turismo, das remessas enviadas por exilados ou das missões médicas exploradas como negócio. Em vez de reinvestir na infraestrutura básica ou na produção de alimentos, o dinheiro financia hotéis vazios, contas secretas e o luxo da elite. O povo cubano paga o preço com fome, escuridão e desesperança, enquanto netos e filhos da família Castro circulam em ambientes de poder e riqueza.
Essa não é uma falha pontual ou resultado de circunstâncias externas. É a consequência lógica de um sistema que nega a propriedade privada, a iniciativa individual e o Estado de direito. O comunismo não liberta: ele escraviza. Não gera prosperidade: gera miséria e privilégios para poucos. Cuba prova, mais uma vez, que ditaduras de esquerda não constroem paraísos sociais, mas prisões econômicas e morais onde a única igualdade é a da pobreza imposta à maioria.
O império bilionário da Gaesa não é um acidente. É o retrato fiel do que o comunismo sempre foi na prática: uma máquina de poder disfarçada de ideologia, que enriquece os donos do regime e condena o povo à sobrevivência. Enquanto essa estrutura não for desmantelada e Cuba não recuperar a liberdade econômica e política, a ilha continuará presa entre hotéis de luxo vazios e ruas escuras e famintas. O verdadeiro bloqueio que sufoca Cuba não vem de fora. Vem de dentro, imposto pela própria ditadura comunista que há décadas trai o povo em nome de uma revolução que só enriqueceu seus herdeiros.
Texto: Redação Diário 360
Foto: Reprodução