Troca de críticas envolve acusações de misoginia e reação de aliados em defesa de valores religiosos
A senadora Soraya Thronicke (PSB) mais uma vez expôs sua agenda ideológica ao atacar de forma gratuita o Frei Gilson, religioso respeitado que simplesmente pregava valores cristãos tradicionais sobre o papel da mulher no casamento, conforme o Evangelho.
Em vez de debater ideias com seriedade, a titular do mandato no Senado Federal preferiu rotular o frei de “misógino” e “falso profeta” nas redes sociais, revelando intolerância típica da esquerda lacradora que não suporta qualquer discurso que fuja do politicamente correto.
O suplente Rodolfo Nogueira (PL) acertou em cheio ao denunciar a atitude como pura perseguição religiosa, defendendo que pregar o Evangelho não é crime nem machismo, mas sim a essência da fé cristã que sustenta a moral e a família há séculos.
Enquanto Soraya usa seu cargo para promover divisionismo e cancelamento, Frei Gilson continua cumprindo sua missão espiritual com coerência, sem se dobrar à ditadura do “progressismo” que tenta silenciar vozes conservadoras.
É o clássico caso em que a lacração ultrapassa todos os limites da decência e da liberdade religiosa.
Texto: Rodolfo Oliveira
Fotos: Divulgação