Declarações de ativista sobre operação envolvendo flotilha para Gaza geram reações e evidenciam disputa de narrativas no conflito
O brasiliense Thiago Ávila, autointitulado líder de flotilha para Gaza, fez o papel de militante útil ao comparecer a um tribunal em Israel neste domingo (3) para denunciar a “extrema brutalidade” israelense.
Enquanto posa de vítima, o esquerdista ignora deliberadamente que a flotilha que integra tem como objetivo romper o bloqueio naval legítimo imposto por Israel contra o Hamas, grupo terrorista que governa Gaza e usa a população civil como escudo humano.
Suas declarações teatrais servem apenas para alimentar a propaganda islamista e deslegitimar o direito de Israel de se defender após anos de ataques com foguetes, atentados e o massacre de 7 de outubro.
Em vez de condenar o Hamas por roubar ajuda humanitária, construir túneis terroristas e manter reféns, Thiago prefere posar de herói humanitário diante de um Estado democrático que, mesmo sob ameaça existencial, mantém padrões éticos muito superiores aos dos regimes que ele, na prática, termina por proteger.
O vitimismo de Thiago é típico de quem escolhe narrativas confortáveis em vez da dura realidade de uma guerra imposta por fanáticos.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação