Advogados do ex-presidente contestam validade da delação de Mauro Cid e afirmam que processo violou direitos fundamentais do contraditório e da ampla defesa
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou ao Supremo Tribunal Federal um robusto pedido de anulação da absurda condenação de 27 anos de prisão, denunciando grave cerceamento de defesa e apontando inconsistências na delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, peça central de uma acusação politicamente motivada.
Trata-se de mais um capítulo do lawfare e da perseguiição judicial sem precedentes que o ex-presidente sofre, sendo que os advogados contestam a validade do processo que condenou Bolsonaro sem permitir o amplo exercício do contraditório e da ampla defesa, direitos fundamentais que foram seletivamente ignorados quando o alvo é o principal líder da oposição.
Ao recorrer diretamente ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, a defesa de Bolsonaro reforça a tese de que a sentença é frágil, excessiva e construída mais para fins de inabilitação política do que para a aplicação justa da lei.
Texto: Rodolfo Oliveira
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