Relatório independente aponta uso sistemático de violência sexual nos ataques de 7 de outubro e reforça acusações de crimes de guerra contra o Hamas
Após dois anos de investigação independente, a Comissão Civil expôs a barbárie sem disfarces: a violência sexual contra mulheres foi sistemática, em larga escala e parte constitutiva dos ataques selvagens do Hamas em 7 de outubro, transformando o massacre não apenas em um ato de terrorismo, mas em uma orgia deliberada de sadismo e humilhação.
Estupros coletivos abusos de toda ordem e torturas sexuais não foram excessos isolados de “combatentes”, mas uma arma de guerra calculada pelo Hamas contra civis israelenses, em especial, mulheres e meninas, com padrões repetidos nos kibutzim, na estrada 232, no festival Nova e estendidos ao cativeiro em Gaza.
Essa organização terrorista islâmica, que se esconde atrás de civis palestinos enquanto viola sistematicamente os mais básicos preceitos da humanidade, revela sua verdadeira natureza: um culto à morte que usa o estupro como estratégia de terror e dominação.
Negar ou minimizar esses crimes é cumplicidade moral com monstros que não merecem o nome de “resistência”, mas sim de predadores que merecem ser erradicados da face da Terra.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: AFP