SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL DECIDE QUE OS PAIS NÃO PODEM PROTEGER FILHOS DE AULAS SOBRE GÊNERO.

REDAÇÃO

Decisão do STF sobre lei do Espírito Santo reacende debate sobre autoridade dos pais, educação escolar e competência legislativa

O Supremo Tribunal Federal invalidou lei do Espírito Santo que garantia aos pais o direito de impedir que seus filhos participassem de aulas sobre gênero, sob o argumento de invasão de competência.
Com isso, o STF enterra o princípio constitucional da prioridade dos pais na educação dos filhos e o federalismo, tratando o conteúdo ideológico de gênero como matéria intocável que o Estado pode impor mesmo contra a vontade das famílias.
Enquanto o tribunal se arvora em guardião supremo da “ordem progressista”, pais são reduzidos a meros coadjuvantes biológicos, sem voz sobre o que seus filhos aprenderão sobre sexualidade e identidade de gênero na escola, justamente o tema mais sensível e controverso da atualidade.
A mensagem é clara: o Estado laico-progressista sabe melhor do que os pais o que é adequado para as crianças, e qualquer tentativa de resistência local será varrida pelo centralismo de toga.
Uma decisão que, longe de defender direitos, aprofunda o fosso entre o Judiciário e a sociedade que ele insiste em tutelar.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação