Homem morto pelo Serviço Secreto próximo à Casa Branca já havia apresentado histórico de surtos e comportamento violento
O presidente Donald Trump agiu com rapidez e transparência ao afirmar que o atirador Nasire Best, morto pelo Serviço Secreto após abrir fogo próximo à Casa Branca, possuía histórico de violência e possível obsessão pela sede do governo.
O jovem de 21 anos já havia sido internado involuntariamente em hospital psiquiátrico e detido pela polícia enquanto se declarava “Jesus Cristo”, fatos que reforçam a tese defendida por Trump: o incidente não foi um evento isolado, mas resultado de uma perigosa combinação entre transtornos mentais graves ignorados e um ambiente de radicalização que se proliferou nos últimos anos.
Enquanto a esquerda costuma politizar tragédias para atacar o direito à autodefesa, Trump mais uma vez demonstra liderança ao chamar as coisas pelo nome, destacando a necessidade urgente de proteger a Casa Branca e de tratar com seriedade os indivíduos perigosos que circulam livremente pelas ruas americanas.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação