Advogado ligado a Trump afirma que PCC e CV “deixaram de ser problema doméstico” ao defender classificação como grupos terroristas
O advogado de Donald Trump, Martin de Luca, comemorou a decisão americana de tratar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, afirmando que se trata de um “passo importante” para Washington reconhecer a realidade que o Brasil insiste em minimizar.
Após a onda de violência extrema vista no Rio de Janeiro, Martin destacou o que deveria ser óbvio: essas facções deixaram de ser meros problemas de segurança pública doméstica e se consolidaram como redes criminosas transnacionais que controlam territórios, aterrorizam populações civis, corrompem instituições e traficam drogas e armas através de fronteiras, ameaçando diretamente a estabilidade de todo o hemisfério.
Diferente de vozes complacentes no Judiciário e na política brasileira que lamentam até a alta do preço da cocaína, Martin demonstra clareza estratégica ao defender que o combate a esses narco-terroristas exige ação internacional firme, sem romantismo ou eufemismos que só servem para proteger o crime organizado.
Sua posição reforça que soberania verdadeira significa proteger cidadãos, e não acobertar as milícias do narcoterrorismo que dominam partes do território nacional.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação