Deputado critica reação de setores da esquerda à medida dos EUA e afirma que vítimas da violência das facções são deixadas em segundo plano
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) mais uma vez disse o que a maioria dos brasileiros já percebeu: a esquerda está mais triste com a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos do que com as dezenas de milhares de vítimas inocentes que essas facções acumularam ao longo dos anos.
Enquanto Lula lamenta publicamente a decisão americana e chama os narco-terroristas de “nossos criminosos”, e enquanto ministros e parlamentares petistas choram a suposta “banalização” do terrorismo, Nikolas Ferreira denuncia com clareza a hipocrisia moral de um campo político que demonstra muito mais solidariedade com bandidos do que com as famílias destruídas pelo tráfico, pelos massacres em presídios e pela barbárie diária imposta ao povo brasileiro.
Sua declaração é um diagnóstico preciso da inversão de valores que define o esquerdismo brasileiro: maior comoção com o “sofrimento” de organizações criminosas do que com o sangue derramado de cidadãos honestos.
Nikolas Ferreira, mais uma vez, fala pela voz das vítimas que a esquerda insiste em ignorar.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Zeca Ribeiro