A PICANHA PROMETIDA POR LULA SOBE 10% SÓ EM 2026 E DEIXA O CHURRASCO APENAS NA PROPAGANDA

REDAÇÃO

Alta no preço da picanha e de outros alimentos amplia o debate sobre inflação, poder de compra e custo de vida das famílias brasileiras em meio aos desafios econômicos enfrentados pelo país.

Enquanto o brasileiro aperta o cinto, Lula coleciona promessas vazias.
A picanha, símbolo da tão propagandeada “volta do churrasco” prometida pelo presidente em 2022, subiu quase 10% só neste ano, integrando uma inflação de alimentos que se transforma em dor de cabeça crônica para o governo petista em pleno ano eleitoral.
Depois de anos de gestão marcada por gastos elevados, intervencionismo estatal e fragilidade fiscal, o custo da comida volta a corroer o poder de compra das famílias, especialmente das mais pobres, desmentindo o discurso triunfalista de que “a economia melhorou”.
O que era para ser o prato cheio da retomada virou o amargo lembrete de que, sob Lula, a picanha continua sendo artigo de luxo e a inflação de alimentos, mais uma vez, o vilão que ameaça urnas e popularidade.
Em vez de resultados concretos, restam desculpas externas e o velho truque de culpar tudo, menos as próprias escolhas de política econômica.
Texto: Rodolfo Oliveira
Foto: Divulgação