TRUMP DIZ QUE ACORDO COM O IRÃ ESTÁ CONCLUÍDO E DESTACA ABERTURA DO ESTREITO DE ORMUZ

REDAÇÃO

Presidente dos EUA afirma que entendimento foi concluído e prevê retomada do fluxo comercial e energético na região

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a conclusão de um acordo com a República Islâmica do Irã, classificando o entendimento como um marco para a estabilidade regional e para o comércio internacional. A declaração foi divulgada após dias de intensas especulações sobre negociações envolvendo os dois países.
Em sua mensagem, Trump afirmou: “O acordo com a República Islâmica do Irã está agora concluído. Parabéns a todos!”, indicando que as negociações chegaram ao fim e que ambas as partes teriam aceitado os termos propostos para encerrar a crise.
O presidente também declarou: “Por meio desta, autorizo plenamente a abertura sem tarifas do Estreito de Ormuz”, uma das rotas marítimas mais importantes do planeta para o transporte de petróleo. A medida representa um passo significativo para a normalização do fluxo comercial na região.
Na sequência, Trump acrescentou: “E, simultaneamente, autorizo a remoção imediata do bloqueio naval dos Estados Unidos”, sinalizando uma redução das restrições militares que vinham sendo mantidas em meio às tensões entre Washington e Teerã.
Demonstrando otimismo com os efeitos econômicos do acordo, o presidente americano declarou: “Navios do mundo, deem partida em seus motores”, sugerindo a retomada plena da navegação internacional por uma das passagens marítimas mais estratégicas do mundo.
Trump encerrou sua mensagem com a frase: “Que o petróleo flua!”, destacando a expectativa de que o acordo contribua para estabilizar o mercado energético global e garantir o abastecimento internacional.
Paralelamente, o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou que o acordo prevê o encerramento permanente das operações militares em todas as frentes, incluindo o Líbano. Segundo ele, a assinatura oficial do tratado está prevista para 19 de junho, em uma cerimônia na Suíça, reunindo representantes das partes envolvidas.
Foto: White House